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História das máquinas agrícolas Stara e da mecanização no Brasil

Descubra o que é mecanização agrícola e como a trajetória das máquinas Stara reflete a modernização do campo, da oficina familiar às soluções em agricultura de precisão.

Notícias
16 MIN 06 jan 2026
História das máquinas agrícolas Stara e da mecanização no Brasil

A mecanização agrícola mudou a forma de produzir alimentos no Brasil. Máquinas e implementos agrícolas especializados aumentaram a área trabalhada por dia, reduziram o esforço físico e elevaram a produtividade.

No Rio Grande do Sul, a modernização do campo avançou junto com a formação de polos industriais de máquinas e implementos, com destaque para o Norte do estado, onde está Não-Me-Toque. Nesse cenário, a Stara nasce como uma oficina familiar, evolui para indústria e se torna referência em máquinas agrícolas.

A trajetória da empresa acompanha a mecanização no país: começa com a montagem e a adaptação de equipamentos ao solo brasileiro e chega ao desenvolvimento de soluções para a Agricultura de Precisão, controladores eletrônicos e máquinas conectadas. 

Este conteúdo explica o conceito de mecanização agrícola, resgata marcos históricos no Brasil e integra a história das máquinas agrícolas Stara a essa linha do tempo.

O que é mecanização agrícola?

A mecanização agrícola é o conjunto de máquinas, implementos e tecnologias usados para executar as operações do campo de forma mais eficiente, padronizada e segura. Envolve desde equipamentos de preparo de solo, plantio e pulverização até sistemas de colheita e o transporte interno na propriedade rural.

A mecanização permite que o produtor rural aumente a área operada em menos tempo, reduza esforços repetitivos, melhore a qualidade das operações e garanta maior segurança para os operadores

Quando combinada com as tecnologias de Agricultura de Precisão, a mecanização agrícola também contribui para o uso racional de fertilizantes, sementes e defensivos, com reflexos diretos na produtividade.

Breve histórico da mecanização agrícola no Brasil

A mecanização agrícola brasileira avançou em etapas, sempre ligada ao contexto econômico, ao crédito rural e ao desenvolvimento da indústria de máquinas e implementos.

  1. Décadas de 1920 a 1940: primeiras máquinas agrícolas importadas, em volume limitado, usadas principalmente em lavouras de café. Sem indústria local estruturada, a mecanização era cara e restrita a poucos produtores;
  2. Anos 1950 e 1960: instalação de fábricas e nacionalização de componentes, iniciando a produção estruturada de tratores e implementos no país. Nesse período, famílias de imigrantes, como os Stapelbroek, chegam ao Brasil e passam a atuar no campo e na mecânica agrícola;
  3. Anos 1970 a 1990: expansão da fronteira agrícola, aumento das exportações de grãos e maior demanda por máquinas. O setor passa por fusões e aquisições de grandes grupos internacionais. Empresas brasileiras, como a Stara, respondem com implementos adaptados ao solo gaúcho e iniciam exportações para países vizinhos;
  4. Anos 1990 em diante: programas de crédito favorecem a renovação da frota, enquanto a Agricultura de Precisão se difunde com GPS, controladores eletrônicos e sensores embarcados. A mecanização passa a integrar alto desempenho, tecnologia de dados e serviços de pós-venda.

Esse percurso ajuda a entender por que a mecanização agrícola atual reúne máquinas mais eficientes, conectadas e alinhadas à realidade da propriedade rural, contexto em que a Stara se desenvolve e consolida sua atuação.

As raízes da Stara na mecanização agrícola gaúcha

A história da Stara começa conectada à mecanização agrícola muito antes da criação oficial da empresa. Ela se constrói na experiência da família Stapelbroek com agricultura, mecânica e adaptação de máquinas às condições brasileiras.

A chegada da família Stapelbroek ao Brasil

Em 19 de abril de 1949, Johannes Stapelbroek desembarcou no Porto de Santos com a família e se estabeleceu em Holambra, interior de São Paulo, região formada por imigrantes holandeses dedicados à agricultura. 

Buscando novas oportunidades, a família mudou-se para Não-Me-Toque em 1953. A região já se destacava pela produção agrícola, contexto que favoreceu o surgimento de oficinas e pequenas fábricas voltadas à manutenção e à fabricação de equipamentos para mecanização agrícola.

A primeira oficina e a adaptação de máquinas importadas

Além de trabalhar como agricultor, Johannes tinha formação técnica de ferreiro. Por isso, ao fixar residência no sul do país, ele resolveu dedicar-se a tal ofício, fundando, em sociedade, uma pequena oficina voltada à montagem e manutenção de equipamentos agrícolas importados: a Stapelbroek Rauwers & Cia Ltda. 

O empreendimento logo atraiu clientes, pois os implementos importados não suportavam bem as características do solo local, exigindo reforço de componentes, mudança de ângulos de discos e reposicionamento de engates. Na prática, esse trabalho mostrou que a mecanização agrícola eficiente depende de máquinas pensadas para a realidade da propriedade rural.

Nasce a Stara: de oficina a indústria de máquinas agrícolas

Devido à expansão dos negócios e o desejo de incluir os filhos no empreendimento, no início da década de 1960, a sociedade foi desfeita. Com isso, Johannes e os filhos Harrie, Johannes e Franciscus instituem uma nova oficina, também dedicada ao conserto, à adaptação e à fabricação de máquinas agrícolas. Assim, em 29 de agosto daquele ano, nasce a Stapelbroek & Cia Ltda, a Stara. 

A partir daí, a empresa passou a investir de forma mais sistemática em inovação. Um marco importante foi o lançamento, em 1968, da primeira capinadeira dirigível com braços flutuantes do Brasil. Esse equipamento reduzia o esforço do operador, acompanhava melhor as irregularidades do terreno e permitia capinas mais uniformes.


Inovações que impulsionam o crescimento

Com a expansão da marca, o espaço da pequena oficina passou a ser insuficiente para atender as demandas. Em 1978, a Stara inaugurou um novo parque fabril em Não-Me-Toque, com área de 55 mil metros quadrados, mais de 7 mil metros quadrados construídos e cerca de 110 colaboradores na produção.

Nesse período, a empresa já fabricava subsoladores, grades, capinadeiras e carretas para os produtores de grãos da região. Era um portfólio enxuto, mas já voltado à mecanização agrícola, aumentando a capacidade de preparo de solo, facilitando o manejo de plantas daninhas e melhorando as condições de trabalho dos operadores.

Também nessa época, o Norte gaúcho já se firmava como polo nacional de máquinas e implementos agrícolas, com empresas focadas em preparo de solo, plantio e manejo. Esse ambiente, alinhado ao avanço da mecanização no país, favoreceu a inovação e a especialização. A Stara acompanhou esse movimento e se consolidou como indústria de máquinas agrícolas com presença crescente no mercado interno.

Desafios, crise e retomada na mecanização agrícola

Nos anos 1980, a Stara iniciou sua atuação fora do Brasil, exportando seus implementos para o Uruguai, a Argentina e outros países da América do Sul.

No mesmo período, a economia enfrentava instabilidades e a empresa passou por dificuldades financeiras. Franciscus Johannes Stapelbroek, o Seu Chico, filho de Johannes, era um produtor rural respeitado na região e decidiu investir suas economias na Stara para manter vivo o sonho da sua família. 

Essa decisão manteve a Stara ativa em um cenário de forte concentração do setor, em que muitas empresas nacionais encerraram atividades ou foram incorporadas por grandes grupos, e preparou o terreno para a fase seguinte, focada em alta tecnologia e a Agricultura de Precisão.

Da mecânica à alta tecnologia: Stara na mecanização agrícola de precisão

A Stara seguiu investindo em produtos diferenciados, como as Plainas Agrícolas Dianteiras e o Asa Laser, primeiro subsolador brasileiro com sistema de desarme automático. Esses equipamentos aumentavam a eficiência no preparo de solo, protegiam a máquina em áreas com pedras e raízes e deixavam a operação mais segura, com soluções pensadas para as condições brasileiras.

Pesquisa, Agricultura de Precisão e eletrônica embarcada

As primeiras tecnologias de Agricultura de Precisão chegaram ao Brasil na década de 1990, com a introdução do Sistema de Posicionamento Global (GPS) para otimizar o plantio.

Na virada do milênio, o país deu um salto importante com a criação do Projeto Aquarius, que reuniu empresas do setor agrícola, entre elas, a Stara, além de universidade, cooperativa e produtores rurais.

O projeto tinha como missão comprovar que a Agricultura de Precisão poderia ser aplicada em escala comercial nas lavouras do Sul do Brasil, testando em propriedades rurais tecnologias como GPS, mapas de produtividade e aplicação em taxa variável. 

No início, os controladores eletrônicos e sistemas de navegação eram importados, mas, a experiência de operar e realizar a manutenção desses dispositivos vindos do exterior permitiu que a empresa aprofundasse seu conhecimento técnico e dominasse essa nova tecnologia. 

Esse aprendizado foi essencial para que, em pouco tempo, a Stara passasse a desenvolver e fabricar seus próprios equipamentos eletrônicos, abrindo caminho para uma nova fase de inovação e autonomia tecnológica. Assim, nasceu o Topper 4500, primeiro controlador para Agricultura de Precisão projetado e produzido no Brasil. 

Esse movimento consolidou a Stara como referência em inovação, conectando mecanização agrícola, tecnologia e fortalecimento da marca entre os produtores rurais.

Nova gestão, expansão da marca e linha completa de máquinas agrícolas

Assim, em 2006, a família Stapelbroek Trennepohl assumiu o controle acionário da Stara, marcando o ingresso da terceira e da quarta geração na administração. Tal acontecimento simbolizou o início de uma nova era na história da empresa, guiada pela coragem e pelo entusiasmo daqueles que acreditaram no potencial de crescimento da marca.   

A linha de produtos mais completa do Brasil

Impulsionada pelas mudanças estabelecidas pela nova gestão, em 2008, a Stara ingressa no mercado de plantio, tornando-se a indústria com a mais completa linha de máquinas agrícolas do Brasil, sendo pioneira em plantio à taxa variável. Também, no ano seguinte, inspirada em sua filosofia de evolução, lança novos produtos, entre eles, os Gladiadores: os únicos pulverizadores autopropelidos do Brasil equipados com um pacote de tecnologia direto de fábrica. 

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Nos anos seguintes, a empresa lançou equipamentos que se tornaram referência, como o pulverizador autopropelido Imperador, único do mundo com barras centrais, e plantadeiras de grande largura de trabalho, como a Absoluta. Esses produtos já nasceram integrados a controladores agrícolas e soluções para Agricultura de Precisão, alinhando mecanização, conectividade e uso de dados no campo.

Vantagens e desafios da mecanização agrícola hoje

A mecanização agrícola evoluiu com máquinas mais sofisticadas e sistemas de precisão integrados. Quando bem dimensionada, ela aumenta a capacidade de trabalho, melhora a qualidade das operações e dá segurança ao operador.

Entre as principais vantagens estão:

  1. maior área trabalhada em menos tempo, respeitando janelas ideais de plantio, pulverização e colheita;
  2. padronização na profundidade de plantio, na distribuição de sementes e fertilizantes e na aplicação de defensivos;
  3. redução de esforço físico, com cabines mais amplas e ergonômicas, comandos eletrônicos e sistemas de desligamento automático;
  4. uso mais racional de insumos, com ajustes de doses por talhão e integração com mapas de aplicação.

Pontos de atenção e desafios

Mesmo com todos os benefícios, a mecanização agrícola traz decisões que exigem planejamento. A compra de máquinas envolve investimentos altos e depende de crédito. 

Para apoiar esse processo, a Stara conta com a Stara Financeira, criada em 2012, e com o Consórcio Stara, lançado em 2017, que ajudam o produtor a programar a renovação do parque de máquinas com prazos alinhados ao ciclo da lavoura. 

Outro ponto de atenção é a necessidade de operadores bem preparados. A eletrônica embarcada pede conhecimento em controladores agrícolas, sistemas de navegação, calibrações e regulagens. O Portal do Operador Stara reúne manuais, vídeos e conteúdos técnicos que facilitam o aprendizado e dão segurança ao operador na rotina com as máquinas.

Por fim, a disponibilidade do equipamento depende de manutenção preventiva e de um pós-venda estruturado. A rede de concessionárias exclusivas, somada ao Conecta, oferece suporte remoto, diagnóstico mais rápido e orientação técnica para reduzir paradas inesperadas justamente nos momentos mais críticos da safra.

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O que a Stara produz hoje e onde está presente

A Stara se consolidou como fabricante de máquinas agrícolas com soluções que cobrem todas as etapas do ciclo da lavoura, sempre integradas à Agricultura de Precisão.

Preparo de solo

Os equipamentos para preparo de solo incluem subsoladores e escarificadores projetados para descompactar camadas profundas, manejar o perfil do solo e reduzir a formação de trilhas. Modelos com sistemas de desarme automático, controle de profundidade e rolos niveladores ajudam a manter a estrutura do solo, melhorar a infiltração de água e preparar o terreno para o plantio com mais uniformidade.

Plantio e semeadura

Na etapa de plantio, as plantadeiras e semeadoras Stara se destacam pelas tecnologias embarcadas. Os equipamentos oferecem:

  1. taxa variável de sementes e fertilizantes diretamente pelo controlador agrícola;
  2. desligamento linha a linha e corte de seções para reduzir sobreposição;
  3. monitoramento em tempo real de população, falhas e duplas;
  4. integração com mapas de prescrição e dados da lavoura.

Esses recursos permitem ajustar a dose ao potencial produtivo de cada área, aproveitar melhor sementes e insumos e manter a distribuição uniforme em diferentes condições de solo.

Distribuição de insumos

Na distribuição de fertilizantes e corretivos, a Stara oferece distribuidores de arrasto e distribuidores autopropelidos. Entre os principais diferenciais estão:

  1. controle eletrônico de taxa de aplicação, com ajustes em tempo real pelo controlador;
  2. sistemas que favorecem faixa de aplicação uniforme, mesmo em diferentes larguras de trabalho;
  3. possibilidade de integrar a operação a mapas de prescrição e aplicação em taxa variável.

Assim, o produtor escolhe o formato mais adequado ao tamanho da área e à logística da propriedade, mantendo precisão na dose e regularidade na faixa de aplicação.

Pulverização

Na pulverização, os pulverizadores autopropelidos com barras centrais se destacam pela estabilidade, ergonomia e pacote tecnológico de fábrica. Os principais recursos incluem:

  1. barras centrais que reduzem oscilações e mantêm a altura de trabalho mais constante;
  2. controle eletrônico de bicos de pulverização, com desligamento automático bico a bico;
  3. sistemas de pulverização localizada e modos de economia que evitam desperdícios;
  4. integração com controlador agrícola, Sistema Recirculante Contínuo e conectividade via Conecta para suporte remoto

Em todos os segmentos, a eletrônica embarcada é projetada pela própria Stara, o que reforça a integração entre mecânica, software e serviços de pós-venda em toda a linha de máquinas agrícolas.

Sede, presença e rede de concessionárias

A Stara tem sede em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, região reconhecida como polo de máquinas e implementos agrícolas. A empresa conta com uma rede de concessionárias exclusivas, com lojas em todo o Brasil, no Paraguai e na Bolívia. Além disso, exporta para mais de 35 países, atendendo propriedades rurais de perfis diversos.

Essa estrutura garante suporte à mecanização agrícola em campo. Além da venda das máquinas, as concessionárias oferecem assistência técnica, treinamento de operadores e fornecimento de peças, fortalecendo a relação de longo prazo com o produtor rural.

A história das máquinas agrícolas Stara como retrato da mecanização no Brasil

A mecanização agrícola brasileira evoluiu da importação de tratores e implementos em pequena escala para máquinas de alta tecnologia, integradas à Agricultura de Precisão e à conectividade. 

A trajetória da Stara acompanha esse movimento, da oficina familiar em Não-Me-Toque à indústria que desenvolve controladores eletrônicos, plantadeiras de grande porte, distribuidores e pulverizadores autopropelidos voltados à agricultura de grãos. 

Ao acompanhar a história das máquinas agrícolas Stara, o produtor rural enxerga também a evolução da mecanização no campo: mais eficiência, maior integração entre as etapas da lavoura e uso crescente de tecnologia em cada talhão da propriedade rural.

Perguntas frequentes 

O que é mecanização agrícola na prática?

É o uso de máquinas, implementos e tecnologias para executar operações agrícolas como preparo de solo, plantio, pulverização e colheita com mais eficiência, qualidade e segurança, reduzindo o esforço manual e aumentando a capacidade de trabalho na propriedade rural.

Quais são as principais vantagens da mecanização agrícola?

A mecanização aumenta a área trabalhada por dia, melhora a padronização das operações, reduz o esforço físico dos operadores e, quando combinada com Agricultura de Precisão, permite usar fertilizantes, sementes e defensivos de forma mais racional.

Quais tipos de máquinas agrícolas fazem parte da mecanização do campo?

Entram plantadeiras, semeadoras, distribuidores de fertilizantes e corretivos, pulverizadores, tratores, colhedoras e equipamentos de transporte interno, além de controladores eletrônicos e sistemas de navegação usados na Agricultura de Precisão.

Como a mecanização agrícola impacta o trabalho dos operadores rurais?

Ela reduz atividades manuais pesadas e repetitivas, mas exige operadores capacitados para lidar com regulagens, calibrações e sistemas eletrônicos. Treinamentos e rotinas de segurança permanecem fundamentais para o bom uso das máquinas agrícolas.

O que a Stara produz hoje em termos de máquinas agrícolas?

A Stara fabrica máquinas para preparo de solo, semeadura, plantio, distribuição de insumos e pulverização, com foco em soluções integradas à Agricultura de Precisão, como plantadeiras, distribuidores de fertilizantes e pulverizadores autopropelidos.

Onde fica a sede da Stara e por que ela está ligada ao polo de máquinas do Noroeste do RS?

A sede da Stara fica em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, região que concentra empresas de máquinas e implementos agrícolas, destacando-se como um polo de inovação em mecanização agrícola no estado.

Como a Stara contribui para a agricultura de precisão no Brasil?

A Stara foi pioneira em Agricultura de Precisão no Brasil. A empresa desenvolve controladores agrícolas, sistemas de taxa variável, tecnologias de pulverização localizada e soluções conectadas que permitem monitorar, registrar e ajustar operações em tempo real, alinhando mecanização agrícola e uso inteligente de dados.

Quais são os principais desafios ao investir em mecanização agrícola hoje?

Os desafios envolvem acesso a crédito, necessidade de operadores capacitados, manutenção preventiva bem planejada e escolha de máquinas agrícolas que combinem tecnologia adequada ao tipo de lavoura, porte da propriedade rural e suporte de pós-venda.


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